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Fim de semana com Alice em Munique




Taí! Eu já tinha ido a Munique antes, mas só agora (morando a apenas 150 km de distância dela) é que posso dizer que vi algo dessa cidade alemã.
Achei Munique bem bonita, organizada, limpa, interessante, endinheirada... e até o povo de lá (sendo esse de uma cidade grande e milionária), pareceu-me muito simpático e acolhedor. Porém, como digo e repito: Se passar um mês em uma cidade não te faz conhecer a cidade, quem dirá três noites!
Bem, as impressões que tenho é que voltaria sim a Munique para passear e também a recomendaria àqueles que querem conhecer o “tudo em um” da Alemanha, mas não gostaria de viver lá, não. Por quê? Munique tem de tudo um pouco. Dos bares pequenos a clubes. Do pacato ao movimentado. Do simples ao excêntrico. Da historia teutônica à Alemanha moderna.

Porta - Porto –Portu...Gal! – Que giro, rapariga!




Como o tempo aqui na Alemanha está um cocôzão (voltou a fazer frio, e hoje mesmo, depois de termos semanas lindas de pré-verão, nevou!), fomos pegar os bons tempos de Portugal, com uma sorte incrível de termos em toda nossa estada por lá, temperaturas em torno dos 25 graus ensolarados.
De Nuremberg, conexão com Frankfurt, e então pouco mais de duas horas de voo: 2200 Quilômetros de distância ao total.
Chegamos ao aeroporto de Nuremberg e a mulher no guichê já fez cara de cólica, informando-nos que nosso avião não decolaria a tempo de pegarmos a conexão em Frankfurt para Porto. A Lufthansa nos colocou em um taxi até o aeroporto de lá: 230 km em carro. Ok. Calo na bunda e bocejos durante o percurso até Frankfurt, porém, correria ao chegarmos lá. O avião que deveria estar prestes a sair, atrasou uma vez mais, e por isso tivemos que esperar bastante... Novamente: calo na bunda.
Na hora de embarcar,

Bye bye Brasil: De volta à Alemanha


Dê valor aos momentos e não às lembranças, porque o passado nunca volta.


Definitivamente não parece ter sido ontem que retornamos ao Brasil...

Home, sweet home... Depois das férias!




Confesso que após mais de um mês na Alemanha, mesmo em épocas de temperaturas negativas e muita neve, deu um aperto no coração sair de lá. O contraste da temperatura (em média 40 graus de diferença entre os -5 de lá e os 35+ daqui) deixa o corpo e a cabeça da gente meio louca. Nessa época do ano apenas 3 horas fazem a diferença de horário entre lá e aqui, ficando a Alemanha adiantada no relógio.

Uma semana em hotel quatro estrelas. Iuupppii! (será?)




O casal idiota sai de viagem. Mala pronta. Ânimos a mil, rumo a Foz do Iguaçu, ver as cataratas e ficar em um hotel quatro estrelas com Jacuzzi e piscina aquecida, praticamente na porta do quarto (no lado de fora, claro). O Resort Iguassu é composto de blocos de casas (como se fosse um condomínio fechado), todo cercado de verde e beleza. À primeira vista parece um paraíso. Talvez seja mesmo, e nós é que somos idiotas chatos demais para apreciá-lo como ele merece... 
Chegamos ao quarto (era até bem grande), cheirando a eucalipto e limpeza. Ok. Ponto para o hotel. Nem bem o menino das malas foi embora, nós, como de costume, começamos a averiguar tudo. O tempo estava agradável, então fomos checar a piscina e a Jacuzzi, que como dito antes, estão a cada bloco de casas. Bom, “nossa” Jacuzzi não apenas não funcionava, como estava meio desmontada. Para “térmica”, a água da piscina precisava de uns cinco graus mais. Voltamos para o quarto um pouco indignados, pois a Jacuzzi foi um dos motivos para termos escolhido esse Resort. Decidimos ir à recepção pedir outro quarto; algum que tivesse a maldita Jacuzzi. Antes de sairmos, colocamos coisas importantes no cofre, mas adivinhem: O cofre tem segredo e formato de cofre, mas é portátil como um rádio! Podemos colocar tudo ali, fechar bem direitinho com código e tudo, que é só o ladrão chegar, pegá-lo no colo e sair caminhando com ele e nossos pertences protegidos! 
"Cofre portátil"
Deve ter sido obra de português isso!
No quarto, ao lado dos copos e chocolatinhos, tem saquinhos de café solúvel para fazermos no próprio quarto. Mas adivinhem o que: Não há máquina para ferver água!

Com o bocó da recepção constatamos que todas as Jacuzzis estavam em “manutenção”. Conversa para boi dormir e o hotel economizar em água e energia! Já não basta economizarem no café que deixam no quarto e os hóspedes não podem usar por falta de instrumento (será que os aquecedores de água também estavam em conserto?). Bom, quanto tempo leva reparar algo? E por que se fez essa “manutenção” em enfeito dominó? E por que durante a semana inteira que ficamos lá, não vimos ninguém reparando nada? Como me incomoda que mintam tão deslavadamente na minha cara... O gerente até que foi bem educadinho; pediu mil desculpas, inventou baboseiras gentis, blá blá blá e nos ofereceu um jantar no restaurante japonês do hotel como “cortesia”. Sei! Pagamos por lebre, e recebemos gato. Pagamos para usufruir de uma infraestrutura A, e recebemos Z. Cortesia seria ele me levar champanhe e Lindt na Jacuzzi (se tivéssemos uma, claro).
Achei uma sacanagem! É obrigação do hotel informar quando estão em manutenção, antes de atrair hóspedes até lá e só então contar a novidade. 

No bar do Resort, ao lado da recepção, fomos tomar o café que não conseguimos no quarto. Lugar muito bonito; com jarras de água de frutas e tal... Pedimos dois cafés ao atendente, e que ele nos levasse na mesa de fora quando estivesse pronto (onde estaríamos sentados). O pobre se sentiu um pouco ofendido (foi o que pareceu). Disse que estava sozinho no bar e não podia abandonar seu posto. Quase senti vontade de me desculpar com ele e chorar... Olha a treta: o pessoal deixa o cara sozinho (apesar de que não tinha nenhum outro hóspede lá para ser atendido) e o cara conta isso para nós, hóspedes, como se devêssemos compreendê-lo e nos sensibilizar. Gentemm, sem problema nenhum um lugar não dispor de muitas frescuras, mas aí a colocar quatro estrelas em seu uniforme tal qual Jean Luc Picard... Não força!

Fui tomar banho (de chuveiro mesmo, já que não havia Jacuzzi). Tá certo que eu sou bastante demorada, mas isso não justificaria encontrar um lago com dois centímetros de água por todo banheiro quando sai da ducha. Era quase uma Jacuzzi! A porta de vidro do box não fechava direito e deixou escapar água para fora. WTF!
Aí, estou eu lá, pensando se chamo uma pessoa (terei que chamá-la durante toda a hospedagem?) ou se seco o lago eu mesma com uma toalha. Sequei tudo. Estou eu lá, peladona, quando de repente a mulher da limpeza coloca o cartão na porta e entra sem mais nem menos. Fico tão assustada que só tenho tempo para soltar um grito e me esconder embaixo do tapete. Como assim? Elas entram em um quarto com hóspedes sem sequer bater antes? (bom, mesmo que tivessem batido. Raiosss!!)? Será que a criatura recebeu treinamento no Paraguai? Nem sei o que ela queria, pois gritei tão alto que a assustei antes que pudesse abrir a boca. 

Darth Vader
À noite, fomos jantar no restaurante japonês da tal cortesia. Só tinha um garçom lá também, e embora apenas duas mesas estivessem ocupadas, ele pareceu bastante atrapalhado. Quando falamos que éramos convidados do hotel, ele já assegurou: - Então, só cobro a bebida, certo?
Com esse “certo” no final da oração interrogativa/afirmativa, só nos restou concordar automaticamente. Bom, bebida é o de menos, pensamos. Mas só na hora do check-out percebemos que cada cerveja (japonesa) que o babacão do meu marido tomou (foram apenas três), custavam 22 reais cada... O jantar de “graça” saiu quase 80 paus (em três cervejas pequenas e duas cocas latas!). Credo! Imagina quanto pagaríamos em pacote integral de janta? A cortesia me cheirou à grega aqui...

Vela e repelente para uma noite romântica
Queríamos fumar uns cigarros na mesa do jardim, mas não tínhamos fogo (pois não somos fumantes do dia a dia). Adivinhem quem também não tinha fogo? O hotel! Pedimos uma caipirinha que levou mais ou menos uns 40 minutos para ser feita, um cinzeiro e fósforos. Após desculpinhas de blá blá blá, tive que perguntar ao garçom se é admissível um hotel 4 estrelas não disponibilizar caixinhas de fósforo que até o Hotel Bolinha (do posto de gasolina) tem? Ao ver que estávamos cobertos de razão (não só pela razão, mas porque fomos bastante persistentes), o Maître voltou com uma vela acesa, morto de vergonha, dizendo que era tudo que podia fazer para nos ajudar. Aí ficamos acendendo nossos cigarros com a vela. Até que se não fosse pela demora e aquelas desculpinhas odiosas do tipo: “Sem fósforos, o hotel acredita estar desencorajando fumantes...” cof cof cof, a iniciativa da vela não teria sido tão mau...


O hotel é grande pra chuchu, inclusive para chegar até à portaria. Tem área de trilha, arborismo e campos de golfe; aliás, o nome é famoso por isso: pelo golfe e a estrutura que existe lá para o jogo. Adivinhem agora outra composição estrutural do hotel que não estava funcionando. Isso mesmo: O golfe! Apesar de não termos interesse no esporte (esporte?) já me começou a parecer sacanagem que nem isso, o “forte” deles, pudesse ser aproveitado. Outro ponto nonsense é que em uma estrutura grandalhona assim, onde até para chegar à portaria é longe pacas, o hotel não disponibilize nenhum serviço de Van para o Centro ou Cataratas. Nem estou falando que seja de graça, mas um transporte que saia de meia em meia hora e que possa reunir passageiros a cada viagem. Mas não, claro que não! O mensageiro do hotel nos coloca em uma Van toda velha e escolhambada, fedendo a meia suada, e nos larga na portaria à própria sorte.
É dia dos pais, quase nove horas da noite; e estamos lá deitadinhos na cama embaixo das cobertas, vendo Telecine, com um olho aberto e outro fechado, pois tivemos um dia de passeio proveitoso e cansativo, e eis que... Tchan Tchan Tchan Tchan: a arrumadeira entra com tudo pela porta do nosso quarto. Podemos vê-la através do espelho do corredor, e ela com certeza, pode ver a gente também. Meu marido dá um gritão muito bravo, nem lembro se em português ou alemão, pois estou mais assustada que ele e a arrumadeira agora:
- O que você quer? Não é para entrar! – Diz o Deutscher enfurecido.
- Vim só trazer a lembrancinha do dia dos pais. – Diz a sem noção da arrumadeira, e entra mesmo assim, na velocidade da luz, deixando algo na mesinha da antessala.
Assim que escuto o barulho da porta, levanto e vou até lá passar o trinco. Acendo a luz e constato que a lembrancinha do hotel que nos fez levar um sustão daqueles nada mais é que um cartãozinho idiota que sequer li, e um bombom de 1x1cm. Não dá sequer para dividir. Indignada, pego o telefone e ligo para a recepção e reclamo por mais essa invasão de privacidade, falta de educação, e treinamento que as arrumadeiras do lugar recebem. Céus!
Embora eu tenha reclamado sobre isso, um dia depois, novamente peladona, uma arrumadeira abre a porta do nada... É nesse momento que decido deixar minhas impressões na internet, aos hóspedes que queiram saber mais sobre as acomodações e serviços do Iguassu Resort.  

Bom, já que não há Jacuzzi, nem piscina aquecida, nem máquina de café no quarto (só o pó), nem golfe, nem transporte que nos leve além da portaria, nem cortesias que sejam de graça, nem arrumadeiras que não entrem no quarto sem mais nem menos; pelo menos o café da manha é impagável. O breakfast do Resort não é 4 estrelas, mas 5. Bom demais: Muitas frutas, sucos naturais, pães (inclusive sem lactose e sem glúten), bolos, cereais e iogurtes (inclusive Activia); panquecas, uma cozinheira preparada para fazer seu ovo do jeitinho que você quer...  Não há do que reclamar aqui. Jura? Juro mesmo! Amém! 

Mas se não há do que reclamar sobre o Iguassu, vai chover! Já escuto as trovoadas...
Meu marido com caipirinha e sorriso no rosto, fugindo dos mosquitos
Curiosos para conhecer o Resort? Hospedem-se AQUI!
E não se esqueçam do ditado que diz: As aparências enganam...

Beijos da cliente pé nos saco exigente!

A outra face de Foz do Iguaçu


Na primeira vez que fui a Foz do Iguaçu eu tinha treze anos. De tão abestalhada que fiquei em fazer uma viagem dessa dimensão completamente sozinha (ou seja, sem pais ou irmãos vigilantes), acredito que não dormi nenhum dia dos quatro que durou a viagem; e lamentavelmente (apesar de estar em Foz), não vi as cataratas, pois a piscina térmica do hotel pareceu mais interessante que a vista cinematográfica...  Ainda bem que cresci! Cabeça juvenil é muito torta! Lembro-me de ter visto meu ônibus partir, depois de todas as velhinhas que viajavam comigo implorarem para eu não fazer essa cagada (ficar na piscina, perdendo o mais importante e glamoroso objetivo do passeio). Mesmo abaixo protestos, resolvi pegar sol naquela água quentinha, e só fui ver as Cataratas mesmo, dez anos depois...

Agosto de 2014, eu e o maridex tomamos rumo a Foz. No aeroporto há um sistema meio bizarro a seguir. Você não pode simplesmente tomar um taxi na porta do aeroporto de Foz quando chega ali, pois precisa antes pegar uma fila onde um cara lhe dá um recibo com valor inflacionado pré-determinado da corrida, conforme seu destino. 

O casal idiota primeiro sai do aeroporto, pega fila para o taxi, depois pega a fila para o papelzinho (sem sentido algum), depois fila para o táxi novamente. Entrego o papelzinho ao taxista, mas ele o rejeita, dizendo que é nosso. Pergunto o sentido disso, pois até então não consigo entendê-lo:

É só para roubar, tipo, oficialmente? Ou é só porque é Brasil e aqui se tiramos proveito inventando papeizinhos idiotas e superfaturados para sacanear o bolso do turista babacão?

O motorista fica com cara de poucos amigos. Acho que não gostou de mim. Mais tarde vou perceber que eu tampouco gostarei dos motoristas de lá e esse sistema de rotas fechadas e preços cobrados sem taxímetros...

Bom, antes de falar sobre a beleza das Cataratas e a força bestial de uma natureza pouco vista em qualquer outro lugar do mundo, a cidade de Foz do Iguaçu não é o que chamamos propriamente de “bonita”. Na verdade, ela é bem simples (quando nos referimos ao centro e arredores, claro). Não há quase nada para ver, e o pouco que vi parece bem interiorano e miserável. O pessoal de Foz é muito carinhoso e gentil, e lamento que não tenham uma administração pública que trabalhe em nome de seu povo, pois uma cidade que gera tanto dinheiro com turismo, certamente (ou justamente) deveria ter menos favelas, mendicância e necessidades.
Observação: A pobreza da cidade pode ser vista nem bem o centro é deixado para trás. Quem vai até Itaipu de ônibus, por exemplo, certamente se surpreenderá não com a beleza, mas com a miséria da urbe.
Nenhuma favela ou penúria em outro lugar me espantaria dessa forma, mas Foz do Iguaçu, sim! Confesso ter sido uma surpresa (desagradável) perceber a falta de estrutura e miserabilidade da cercania.
Para uma cidade que apesar de não ser industrial, movimenta tanto dinheiro proveniente do turismo e Itaipu, o povo está bastante judiado. No primeiro dia que sentamos em um restaurante para comer, duas meninas de uns sete/oito anos (exploradas pela mãe que as esperava na rua) tentaram nos pedir algo, mas nem bem abriram a boca, foram colocadas para fora do lugar, espantadas como se fossem moscas.
Esse é o povo que habita um dos destinos turísticos mais frequentados do país! Parabéns! 
“...é preciso termos claro que tentar estabelecer o momento em que surge uma população pobre em Foz do Iguaçu é uma tarefa não muito simples, visto que as regiões de fronteira, como é o caso da localização daquela cidade, permitem o trânsito contínuo de pessoas de um lado para o outro, ao sabor de suas necessidades momentâneas ou conjunturais. Mas é bastante claro que ao longo dos anos 80 e 90 um número cada vez maior de pessoas despossuídas do mínimo para se alimentar, sem emprego, sem moradia ou vivendo em favelas, enfim, em estado crônico de pobreza, terá maior visibilidade no cenário de Foz do Iguaçu.
O aspecto tumultuado, caótico mesmo, em que se encontrava a cidade no início dos anos 90 dava fortes razões para que o poder público se alarmasse, capturando o coro de descontentamento dos setores dominantes da sociedade. A passos rápidos a Usina Hidrelétrica de Itaipu se encaminhava para a inauguração de suas turbinas, fato este que tinha alguns significados importantes para a região de fronteira: a etapa final de montagem das turbinas colocaria em plena operação a maior hidrelétrica do mundo em 1992, o que levaria a empresa binacional a dispensar trabalhadores que não seriam mais necessários a partir de então...”
 Fonte:


Na cidade de Foz do Iguaçu, segundo censo demográfico de 2010, 15.9% da população esta entre a linha da pobreza e da indigência já 8.4% esta abaixo da linha da indigência. Neste município, de 1991 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar percapita de até meio salário mínimo reduziu em 14,0%; para alcançar a meta de redução de 50%, deve ter, em 2015, no máximo 14,2%. Para estimar a proporção de pessoas que estão abaixo da linha da pobreza foi somada a renda de todas as pessoas do domicílio, e o total dividido pelo número de moradores, sendo considerado abaixo da linha da pobreza os que possuem rendimento per capita menor que 1/2 salário mínimo. No caso da indigência, este valor será inferior a 1/4 de salário mínimo. 
Fonte:

A Usina Hidrelétrica de Itaipu por sua vez, que tanto faz e tanto fez pelo pessoal da região, também parece ter sido (junto à criação de um frenético comércio de importação-exportação na fronteira, a cidade estar tão afastada das grandes metrópoles do país, e o incremento da atividade turística), um dos frutos dessa desigualdade social gritante...
Bem, aos interessados, há estudos, pesquisas, estatísticas do IBGE na internet, tanto sobre a pobreza de Foz quanto suas maravilhas.

Uma vez feita a menção sobre a pobreza dessa cidade, podemos falar sobre as Cataratas:


De acordo com a Wikipédia, o sistema consiste de 275 cachoeiras ao longo de 2,7 km do rio Iguaçu. Algumas das quedas individuais têm até 82 metros de altura, embora a maioria tenha cerca de 64 metros. A Garganta do Diabo (em espanhol: Garganta del Diablo), uma queda em forma de U, tem 82 metros de altura, 150 metros de largura e 700 metros de comprimento, é a mais impressionante de todas as cataratas e marca a fronteira entre a Argentina e o Brasil.
As quedas podem ser alcançadas a partir das duas principais cidades dos dois lados das cataratas, Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, no Brasil, e Puerto Iguazú, na província de Misiones, Argentina, bem como a partir de Ciudad del Este, no Paraguai, do outro lado do rio Paraná.

Cara, eu já devo conhecer quase um terço do mundo; quer dizer, “conhecer” parece muito profundo e exagerado no vocabulário de um turista. Então, ao menos posso dizer que já visitei muitos países e cidades, já trabalhei e morei fora; e ainda assim, Foz do Iguaçu sempre será um dos postais que mais me chama a atenção e deslumbra. A beleza do lugar é ferina; difícil descrevê-la, e ainda mais difícil observá-la sem sentir certo Q de emoção; sem ficar de boca aberto e fascinado. Não é de graça que as Cataratas do Iguaçu estão listadas como uma das sete maravilhas naturais do mundo e são um dos pontos mais visitados do país. Em qual outro lugar você é recebido por quatis fofinhos e esfomeados logo na entrada?



 Dicas para visitar as Cataratas do Iguaçu/Foz

1.   Há dois lados para as Cataratas do Iguaçu: o lado argentino e do lado brasileiro. O lado brasileiro é bem menor, porém mais cheio de declives, aclives, e escadas. No lado brasileiro se tem uma visão ampla das Cataratas, mas é no lado argentino que os detalhes podem ser mais bem apreciados, pois ficamos bem próximos às quedas d'água. A garganta do diabo vista pelo lado hermano é absolutamente imperdível! A entrada no lado brasileiro custa (para brasileiros): 29,50 reais. No lado argentino: 150 pesos. Em torno de 30 reais (se não o roubarem no guichê). Geralmente, exigem que você pague a entrada com pesos, por isso há um caixa eletrônico da Argentina ali, mas para sacar 300 pesos, você já começa pagando 50 pela transação. E no guichê, ao querer pagar em reais, fique preparado para ter o câmbio posicionado no lado negro da força. 
2.   Um itinerário padrão incluiria um dia e meio, no lado argentino por suas trilhas para caminhada, um passeio de barco e Garganta do Diabo ponto de vista imperdível, em seguida, metade de um dia no Brasil, incluindo uma parada no ponto onde os dois países se encontram Paraguai.
3.   Os dois parques são tão perto que você pode ir de ônibus público. O valor por passageiro é de 4,00 reais. Muito rápido e fácil. Pergunte na recepção do seu hotel como fazer.
4.   Visite o meio da semana, se puder e evitar feriados locais para não enfrentar filas, trânsito e demoras...
5.   Apesar de ser tentador demais, não alimente os quatis. Ainda que esses bichinhos pareçam de pelúcia, eles são animais selvagens e podem ficar agressivos e doentes com a “comida” (que não é comida) que você lhes oferece.
6.   Se puder, traga de casa uma capa plástica. Elas são vendidas no ponto, mas custam 9 reais por pessoa, e após seu uso, descartadas no lixo. Ao trazer sua capa de casa, você não contribui com o abuso cobrado no parque, e ajuda a natureza.
7.   Todos os pontos turísticos: Cataratas, Parque das Aves, Lado argentino, Itaipu, Paraguai... são possíveis de ônibus. Uma ideia prática e barata. Pergunte no seu hotel!
8.   A Garganta del Diablo (lado argentino) continua interditada devido fortes chuvas que ocorreram recentemente.
9.  Não se esqueça de levar Off/qualquer repelente na mochila, pois os mosquitos da região parecem sanguessugas envampirados, que ao contrário de deixarem pequenas mordidas na pele, deixam veneno e hematomas doloridos que coçam muito!

Fatos rápidos: Foz do Iguaçu

  • Localização: Estado do Paraná: a quarta maior cidade do Paraná
  • Área: cerca de 240 quilômetros quadrados / 620 quilômetros quadrados
  • População: cerca de 325,000
  • Idioma: Português - Inglês e espanhol são falados também
  • Moeda: Real brasileiro (BRL)
  • Código de área Telefone: 045
  • Média diária de Foz do Iguaçu a temperatura de janeiro: 33 ° C / ° F 91
  • Média diária de Foz do Iguaçu a temperatura de Julho: 24 ° C / ° F 75
E para o post não ficar gigantão, encerro por aqui, prometendo voltar com mais fatos e fatos sobre Foz...
Para quem não conhece, nunca viu, ou morre de vontade de ir, mas ainda não se decidiu, deixo algumas das fotos que fiz por lá.

Turista com preservativo gigante

Beijo da magra! (nem tão magra assim...)




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Qualquer semelhança desse blog com a realidade, é pura cagada.

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