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A entrevista que todo blogueiro sempre quis fazer com um escritor, mas não soube como perguntar – O retorno


 
Título: No silencio do coração
Autor: Fernando F. Fasoli
Editora: Theus
Gênero: Romance com fundo espiritual
2° Edição/págs: 375
ISBN: 85-88824-04-03
Para adquirir o livro AQUI
Resenha no Skoob


Hoje estou por aqui para fazer uma recomendação de livro, mas dessa vez, a recomendação não é para o publico em geral... Explico:
No "Silencio do coração", de Fernando F. Fasoli é um romance com fundo espiritualista, o encontro do autoconhecimento, um desabafo, um "diário" que deixou de ser secreto quando o autor o publicou, uma autobiografia fantasiosa ou uma ficção verídica, ou ainda, ao contrário, fica a critério do leitor ponderar (já que muitas vezes o real parece mais estranho que a ficção).
www.fasoli.com
Lembranças da infância que começam num bairro chinês do Peru e o primeiro contato do protagonista (o próprio autor) com os ensinamentos das artes marciais. Filosofia e espiritualidade oriental dão vida à obra, trazendo no decorrer de várias páginas: aprendizado, amores e desamores, encontros e desencontros, a vida adulta e uma busca incansável pelo conhecimento. PS: A fé aqui, no campo da espiritualidade, é encarada como uma opção e não como dever. (ponto ao escritor!).
Todos os que habitavam o Templo de Shaolin tinham ideias próprias e não havia uma ordem religiosa a seguir, todos respeitavam a religião do outro, seja ela qual for. (pág. 42).
A mensagem principal da obra, tendo o leitor ou não algum tipo de crença, é a prática do amor e respeito, a si mesmo e para o próximo; a percepção da essência nas menores belezas, evidencias que existe algo além do tangível... No meu ponto de vista, ensinamentos ou lembretes inerentes à autoajuda, sempre serão válidos para o desafio que é viver a vida (o aspecto sonoro do pleonasmo é proposital aqui). Outro ponto de vista (sempre particular) é que ao ler a obra não me senti obrigada a acreditar no campo espiritual destacado, ou seja, não houve imposição de valores. De fato, pareceu-me que o autor pratica os ensinamentos que prega, mostrando-nos que a fé, como opção de caminho individual, é bonita de ser vivida, sentida e compartilhada. (Afirmo isso de acordo com as sensações de cada acontecimento, lugar, e, energia positiva que extrai da obra em questão).
O segredo da harmonia, do desenvolvimento, da vida, da coerência, da liberdade e da realização nessa existência está em saber amar com consciência, e mesmo que eu tenha certeza de que eu ainda não conseguiria atingir e compreender tudo isso dentro da minha alma que não morre, acho que estou no caminho certo. (pág. 370).
No silencio do coração caiu nas mãos de uma pessoa cética, ateísta, descrente... porém, não inflexível de todo. Depois dessa leitura, não posso dizer que creio no que li e tampouco que creio em algo (e nem era essa minha função ou a missão do autor), mas sim posso afirmar que a vida parece ter mais sentido para aqueles que acreditam que esse "mundo" não é tudo e as “coisas” não acabam por aqui...!
Cada um de nós tem um eterno caminhar de constante desenvolvimento, e nada justifica criticar, julgar ou rotular. Ninguém é juiz de ninguém. Cada um vive o seu momento único e assim pode e deve ser respeitado. (pág. 369).
Recomendo para todos aqueles que têm um lado espiritual pulsante!

Curiosidade: A capa do livro é uma pintura de Fasoli, chamada “O grande azul”.

Álbum de fotos by Boutique
  "Cara a cara com Geyme Gouvêa" 

Episódio: "Fasolando" no Boutique de Ideias!




F.F.F
GG

                     

                       X



     A ENTREVISTA      







GG- Fernando, você deixaria de ser um “FFF” para ser um “BBB”?
FFF- Nuncaaaa! Creio que os meios de comunicação em massa deveriam ser usados com mais inteligência, o que não ocorre, deixando as pessoas cada vez mais burras e alienadas. E o que é pior, as pessoas passam a achar que aqueles “valores” são a realidade. Se assisti?... Tentei assistir o 1, sim, mas graças a Deus a televisão tem um botãozinho chamado OFF, e continuei lendo um livro. É um programa que mostra os Egos descontrolados das pessoas, e isso as torna muito feias. Na TV temos poucas opções que libertem a mente das pessoas, mas graças aos canais abertos, podemos ver coisas muito interessantes. Creio que só há duas maneiras de expandir a mente do ser humano: Viajar muito (se tivermos $), pois nos tira de nosso mundinho pessoal. E outra maneira (a mais barata e acessível a todos), é lendo um bom livro... Um bom livro pode mudar a vida de alguém e também tirá-lo de suas limitações mentais... O BBB não muda a vida de um cérebro que já está morto... rsrsrs. Mas temos que respeitar todas as crenças, como dizem os personagens de meus livros. Tudo tem uma função no Universo, tanto o bem como o mal.
GG- No Templo de Shaolin, os monges respeitavam tanto a pluralidade religiosa quanto a nulidade desta?
FFF- Quando falamos do Templo Shaolin Geyme, temos que lembrar que os chineses sejam eles monges ou não, não tem o peso da palavra Religião em suas vidas, como na cultura Ocidental. O Budismo, o Confucionismo e o Taoísmo, são as três filosofias que influenciaram o povo chinês. Para eles, elas não são religiões. São filosofias de vida. Pelos séculos, sabemos que no Ocidente, o estado e a religião sempre andaram de mãos dadas, e deu nessa merda que está ai, como a época em que as doenças psicológicas e da mente mais cresceram. Ou seja, crescemos nos dizendo que tudo é pecado, que estávamos sempre errados, que não tínhamos vontade própria, e que tudo dependia de Deus. Um Deus de barba, sisudo e que está lá no céu. Em resumo, nos tiraram todo o poder de nossas decisões e de nossa alma. É nossa alma que escolhe o que é melhor para nossa evolução. Não devemos dar esse poder a ninguém. E mesmo quem não acredita em nada disso, se fizer escolhas com alma e não com a cabeça dos outros, sempre evolui. Tiraram nossa liberdade de escolha e de pensar.  Mas, se formos atentos, veremos que todas as religiões falam as mesmas grandes verdades. Sabemos que o problema não são as religiões e sim, os religiosos... Os homens e suas esquisitices e interpretações limitantes... Nos meus livros, sempre há personagens que acreditam em seu Deus Interior... Quando o homem encontrar isso, e não aquele Deus externo que nos venderam, ele realizará coisas fantásticas, tanto na ciência como no espírito.
GG- Por que existem várias crenças e apenas uma ciência?
FFF- Os homens de mente limitada é que criaram todas essas divisões. Mas graças a uma vertente de cientistas (através da Física Quântica, como exemplo) e de espiritualistas modernos e lúcidos (diga-se de passagem, rsrsrsrsr), estamos entrando em uma nova fronteira, onde creio que no próximo milênio, evoluiremos muito, tanto na ciência, quanto na espiritualidade. Podemos citar Einstein, que estava à frente do seu tempo. Um homem da ciência que foi além dos métodos cartesianos, que via a vida com muito amor e bom-humor, o que procuro passar para muitos dos personagens que crio nos livros. Einstein disse: “A imaginação é mais importante que o conhecimento”. Ponto para ele e para os escritores.
GG- Por que justamente a pomba, o pássaro que simboliza harmonia e paz, é transmissora de tantas doenças? Ou, ao contrário, por que justamente um animal transmissor de doenças foi escolhido como símbolo da paz?
FFF- Nunca pensei nisso, Geyme (rsrsrsrs).... A resposta correta (buscada no Google... rsrsr...): Na mitologia cristã e na judaica, um pombo branco é um símbolo da paz. Isso vem do Antigo Testamento: um pombo teria sido solto por Noé depois do dilúvio para que ele encontrasse terra. O pombo então volta carregando um ramo de oliveira em seu bico e Noé constata que o Dilúvio havia baixado e que novamente havia terra para o Homem. (Gênesis 8:11). Isso simbolizava que Deus havia terminado a sua "guerra" contra a humanidade. Agora a minha explicação apócrifa (ainda não achada nos manuscritos do Mar Morto) do porque a pomba tansmite tantas doenças, e também porque ela defeca nas pessoas que passam na rua... É que ela come catarro e restos de cachorro quente que os humanos jogam na rua (uh! Que nojo!)... Nada mais justo. A lei de causa e efeito age sobre todos nós. A Natureza é inteligente e cria o equilíbrio nas piores situações. O teu cuspe que você deu na rua, volta “divinamente” no seu terno Armani .... rsrsrs.
GG- Você acha que alguns escritores deveriam aprender a LER antes de ESCREVER um livro?
FFF- Todo escritor usa muito a imaginação. E ler é o melhor exercício para a imaginação. Então, a meu ver, quanto mais um escritor ler, mais ferramentas ele terá para suas criações. O hábito de ler tem que ser criado na infância para adquirirmos esse vício saudável. Ler sem preconceitos e dogmas no fantástico e diverso mundo da literatura, para depois escrever o  primeiro manuscrito de um livro com o coração, e uma segunda versão com a razão. Um escritor de mente livre escreve rápido e cria personagens fantásticos. Um leitor de mente livre interage com o escritor e seus personagens e cria um mundo só dele... Escritor e leitor passam a ser criadores de mundos... Isso sim é espiritual... Isso é apenas uma das facetas de nosso Deus Interno criando um novo Universo... Portanto volto a dizer, espiritualidade não tem nada a ver com religião... Espiritualidade é um ato de criação... Os médicos que me desculpem, mas enquanto eles salvam vidas, os escritores criam mundos. Prefiro os segundos....  rsrsrsr.

GG- Há muita (imbecilidade) vaidade no mundo literário dos escritores?
FFF- Muita mesmo. E como você diz Geyme, imbecilidade combina muito bem com vaidade exacerbada. Creio que alguns escritores se deixam levar pelas honrarias e começam a achar que são melhores que os outros escritores. Esquecem-se que são apenas um best seller. E isso, só diz que você vende bem seu livro, e que não necessariamente seja um bom escritor (mas exceções existem)... Mas para falar a verdade, no meu círculo de amigos escritores não conheço nenhum escritor com repentes de estrelismo... A natureza é inteligente e os semelhantes se atraem por afinidade. Um escritor, nunca pode perder o contato com seus leitores, pois o sucesso pode se passageiro, e quando todas as luzes se forem, só restará o escritor, uma folha de papel em branco e seus leitores. Isso é o suficiente para ele criar uma nova história... O escritor tem que fazer sucesso e ser lido por milhões de leitores?... Com certeza sim, mas com os pés firmes no chão e a cabeça nas estrelas...
GG- Você acredita que agora, com a invasão do E-book, haverá mais chance para novos escritores entrarem no mercado?
FFF- Isto já é um fato e uma realidade. A internet e as redes sociais são uma ferramenta fantástica para os autores que não conseguiram um espaço no livro impresso... Todo escritor já passou por centenas de negativas de seus originais nas grandes editoras do mercado (eu mesmo, já passei por centenas).  Mas as edições digitais e as redes sociais fazem com que o trabalho de novos escritores se prolifere e seja lido por novos leitores com uma velocidade espantosa. A internet aproximou o leitor do escritor, e vice-versa... Não existe mais o escritor recluso, de contatos esporádicos apenas com seu editor ou agente. O livro impresso sempre vai existir, e vai ser cada vez mais valorizado, mas os E-book tomarão conta do mercado, por dois motivos: As novas gerações serão cada vez mais digitais, e os E-books serão bem mais baratos que os livros impressos (o que já é um fato), permitindo que mais pessoas leiam. Como escritor e como leitor, sempre pensei que os livros deveriam ser para muitos e não para poucos. A era digital já está trazendo essa realidade.
GG- Se um dia você for famoso, continuará sendo um cara legal ou mandará seus fãs plantarem batatas na Cochinchina?
FFF- Obrigado pelo legal (rsrsrsrs)... Tenho certeza que continuarei sendo quem sou. E como sei quem sou, não poderia ser essa outra pessoa...  O que é ser famoso? Acho que um escritor escreve primeiro para acalmar sua imaginação, depois para ele e depois para os leitores, e se por um acaso meus livros virarem best sellers, só terei que a agradecer eternamente aos leitores. Um escritor busca uma grande satisfação consigo mesmo ao criar uma história e posteriormente o reconhecimento dos leitores. A fama passa, mas um bom livro pode ser eterno. Me concentrarei sempre mais em escrever do que em ser famoso... Além do mais acho irritante as fãs que gritam histericamente e choram, e ainda tentam arrancar a roupa de um ídolo qualquer... Nunca terão a minha cueca como troféu. Lutarei até a morte... rsrsrs. Parece um filme de terror... Anti-ansilíticos para todos... rsrsrsr.
GG- A partir de que idade se pode dizer que uma pessoa morreu de velhice?
FFF- Não é uma questão de idade. Mas digamos que quando uma pessoa parou de usar sua mente ilimitada ela já começou a morrer de velhice e também na sua evolução. Pessoas que levantam somente uma “bandeira”, também estão limitadas. A fonte eterna da juventude é termos uma mente livre, e beber de todas as vertentes... Adaptando isso a minha realidade de escritor, estou navegando por vários gêneros, como romance, autoajuda, comédia, terror, literatura fantástica, ficção científica, thrillers, poesia, contos, crônicas, etc. E é nesse mundo de criações literárias que vou achando minhas preferências... Morrer de velhice, não. Morrer escrevendo e lendo, sim... rsrsrs.
GG- Eu aprendi na filosofia que a essência das coisas e pessoas é o que as define como únicas. Apesar de haver buscado muitas vezes, jamais encontrei a minha essência. Você poderia me dizer qual é a sua? (juro que não vou usá-la como minha).
FFF- Minha essência como escritor é criar histórias e personagens fascinantes que realmente emocionem os leitores. Mas, acima de tudo, que o leitor ao terminar de ler o livro, aquela história o acompanhe em sua vida, em sua evolução. Já minha essência como pessoa é ver e interagir no mundo com muito amor e bom humor... Costumo ver um lado engraçado em tudo. Até em velório, imagino situações hilárias... rsrsrsr. A vida é extremamente simples. Se a vida está complicada temos que tirar coisas e não acrescentar mais e mais coisas. É como quando fazemos uma escultura de barro. O artista tira cada vez mais barro para chegar à essência da sua obra de arte. Somos criadores e criaturas ao mesmo tempo.
GG- Você disse em sua obra que “a espiritualidade é o poder de enxergar além do superficial”. Eu que não estou vendo nada, será que me ferrei?
FFF- Ahahahah!... Não é uma questão de ver, e sim de sentir. Ser espiritual é ir além da superfície. É ultrapassar a casca e chegar à essência. Olhar para uma árvore e não ver somente uma árvore, ver tudo que está envolvido nela, e ir além. Por exemplo, Geyme, você é espiritual quando escreve seus textos com muito humor, porque consegue ver um lado engraçado, onde para outros só existe o cotidiano e o comum... Isso é ser espiritual. Ver além do que os olhos veem. Ser espiritual não tem nada a ver com religião. Então Geyme, não precisamos ser religiosos, para sermos espirituais. Logo, você não está ferrada... rsrsrsr ... Continue escrevendo com espírito. É o que fará eu continuar lendo seus textos.
GG- Você acha que os ateus queimarão no inferno?
FFF- Não, porque o inferno não existe. Para mim, todo ateu é um grande pensador (vou arder no inferno por isso, rsrsrsrs). Por que precisamos acreditar em algo para nos definirmos como pessoas? Muitos ateus estão mais próximos da divindade, do que muitos religiosos. Uma mente livre está sempre mais próxima de sua essência, de sua alma. Em resumo, seja um ateu ou um religioso de mente livre. Viver do passado, limitar-se a dogmas, viver com medo e uma série de outras esquisitices, isso sim é viver no inferno. (o autor recebeu aqui 10000 pontos extras, para gastar como quiser!!!!!!!!)
GG- Sempre que alguém fala em “Peru” você lembra primeiramente do país, ou costuma fazer  outras associações?
FFF- Ahahaha!.... Quando estou com minha namorada, lembro sempre do meu Peru... (Putz! Ela vai me matar por ter dito isso). Para todo o resto, só lembro o país... rsrsrsrs.
E para encerrar:
GG- Por que raios, afinal, as lojas abertas 24 horas possuem fechadura?
FFF- Porque você estragou a entrevista Geyme???... rsrsrsr... (Esse é o meu ponto forte!! hehe)

Pinga – pinga 51:
- Um cara bonitão: Todo aquele que não tem a vaidade exacerbada.
- Uma mulher gostosona: Todas, as que não se tornam chatas... e... Madre Tereza de Calcutá... E é claro, minha namorada (tentando me redimir do comentário sobre o Peru...rsrsrrs).
- Um livro para colocar na fogueira: Nenhum... Mas pensando bem: Todos os de políticos que escrevem livros.
- Um escritor para colocar na fogueira: Os que estão passando muito frio... e os que não tem contato com seus leitores.
Geyme Lechner Gouvea
- Um palavrão usual (não podia faltar!): Tenho vários... Mas, um dos pronunciáveis é PUTZ. Costumo usar palavrões de línguas mortas, assim ninguém entende o que estou falando. PUTZ é a forma simplificada da palavra GROTZBORGIVARIATNUKZ. O que fica claro, porque preferimos a forma simplificada, PUTZ... Gosto dele, porque pode ser usado em dois sentidos:
No sentido bom, do tipo: PUTZ! Ganhei U$ 1.000.000 na bolsa de valores.
No sentido ruim, do tipo: PUTZ! Um pombo cagou na minha cabeça.


Fernando F. Fasoli, nasceu em 1962 na cidade de Caxias do Sul – RS – Brasil. Formado em Geologia e Gemologia, é também professor de Tai-Chi-Chuan e outras Artes Orientais. Para saber mais sobre o escritor, futuca AQUI.
Fasoli no Skoob

O autor conseguiu sair pela tangente com o uso de línguas mortas para safar dos palavrões... Eu terei que dizer que achei do caraleooo muito legal esta conferência . Agradeço a participação do nobre escritor e a todos aqueles que leram esta pequena entrevista até o final (sem enganações, hein!)!
Beijos aos meus patrocinadores, ao Bruce Lee, ao amigo Tai, ao FFF, aos BBBs do ostracismo, para a China e à Conchinchina!
Até a próxima, fuiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Ass: Geyme Lechner Gouvêa (a guardiã dos escritores), na luta contra as entrevistas babacas certinhas!!).

Geyme Lechner em sátira de terror sobre o livro "Amor Oculto" de Laura Elias


Oi pessoas bonitas do meu Brazillll!!!
Apesar de continuar me achando uma pata morta quando falo ao vivo, e ainda não tendo revelado os segredos do porque perco as palavras certas quando estou diante dos holofotes, aproveitei minha visita a Hollywood, onde estava com meu diretor artístico, Alex Lopes, para fazer um vídeo, e trazer até vocês, os últimos impropérios de Geyme Lechner Gouvêa, falando sobre “Amor oculto”, (o livro de arrepiar os pentelhos cabelos, escrito por Laura Elias).
Maximizem a tela, aumentem o som e assistam essa besteira até o final, please plizzz!
 


Título: Amor oculto
Autora: Laura Elias
Ed.: Mythos

ISBN: (Vou ficar devendo, emprestei o livro!!!!!!!)

Amor oculto é uma obra inteligente, recheada com mistérios, sedução, mortes, fantasmas e uma trama que vai muito além do previsível. Não se enganem pela capa hot do livro, (apesar de conter sexo em altas doses, sim senhor e obrigada), pois a história vai mui além de sexo e fantasias apelativas de amor e luxuria... Eu explico:
Bervely Manson é uma escritora que teve sua inspiração bloqueada ao matar a personagem principal de uma saga de sucesso. Após três anos de estagnação criativa, sem produzir ou conseguir escrever absolutamente mais nada, é através de um fantasma que a autora volta a criar. Os contos não terminados de Abgail Jacob, encontrados por Beverly em um antiquário, datam 1906, e devolvem a inspiração perdida à escritora Manson (a peladona do livro).
Novamente inspirada pelos contos de assassinatos escritos no passado por uma menina, Beverly ignora o aviso contido nos documentos que encontra nesse antiquário, e dá asas à imaginação ao criar o Poeta da Morte. Para o assombro da escritora (e do próprio leitor) o assassino criado por Beverly na ficção, ganha corpo na vida real.


Sabiamente mesclados, num enredo de tensão e muitos sedutores suspeitos, Amor Oculto, deixa-nos ansiosos por desbravar o mistério, a loucura, o real e o sobrenatural, e o presente amor oculto entre os personagens... Uma leitura que desde o começo, o leitor não tem ideia de como a trama seguirá, e muito menos, como terminará. Todos os personagens são potenciais suspeitos, e quando a gente acha que descobriu a identidade do assassino, aparece uma volta, uma reviravolta, uma nova conspiração, e todas as chances de chegar a uma adivinhação prévia, são eliminadas.
Não adianta, a autora (de carne e osso, quem escreveu “Amor Oculto”) sabia muito bem o que queria dizer, e prendeu, dificultou, amarrou e seduziu o leitor até a última linha. Tenho certeza que o Stephen King compraria essa ideia de olhos fechados!
São poucos os autores que sabem inovar e se reinventar como esse grande talento que eu trago hoje aqui, até vocês! Laura Elias, parabéns pelo seu talento! Que você tenha tantas andorinhas na primavera e no verão, como no outono e no inverno, para iluminar sempre seus pensamentos! Paz à alma, sucesso, luz, e ainda mais sabedoria! Eu gosto de tu pra caraioooo!!! (mas vou parar por aqui, ou vai pegar mal essa porra cheiracão de peido. (upss, risquei uma palavrota para escrever outra...)


Resenha no Skoob
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Entrevista malucona, round III: De cara a cara com Geyme Gouvêa
Laura Elias
Geyme Gouvêa
 X







GG- Você se inspirou em algo ou alguém para escrever “Amor Oculto”?
LE- Quando fiz o livro, estava cansada de escrever romances, queria algo diferente, mais forte e não sabia como fazê-lo. A idéia veio na primeira palavra: Andorinhas! Sei lá, foi meio um descarrego literário (risos), simplesmente fluiu. O ritmo inicial do texto veio de uma idéia do meu santo namorido, cuja paciência comigo faria Jó  ficar com vergonha. Não me inspirei em ninguém, mas gostei de fazer a Beverly, porque entendo bem o que é criar um livro, odiar um livro que criou, querer matar um personagem, buscar uma inspiração que não vem. E sei como é cabeça de escritor, uma doideira sem começo nem fim.
GG- Quanto tempo você levou para escrever essa ultima obra?
LE- Quinze dias, se não me falha a memória. Eu fazia dois a três por mês, então deve ter sido mais ou menos isso, não lembro mais. (Caraio, to falando que essa muié é doidona!!!!)
GG- Laura, você sabe...  A gente leva meses, (e até anos), para escrever um livro..., Você fica com vontade de esbofetear um leitor quando este afirma ter lido um de seus livros em apenas algumas horas?
LE- Não ligo pra isso. Sempre  imagino que quando alguém fala que leu em algumas horas, seja porque gostou tanto que não conseguiu largar. Melhor do que falar “levei dias pra ler e não consegui terminar” (risos).
GG- As pessoas que realmente conseguem ler um livro “em algumas horas” entendem o que leram?
LE- Sabe, também me pergunto isso algumas vezes. Algumas pessoas sim, outras tenho cá minhas dúvidas.
GG- O leitor quer se aparecer quando diz isso?
LE- Não sei, acho que cada caso é um caso. Tem quem leia rápido, tem quem queira se exibir. Tem de tudo neste mundo (risos)
GG- Qualquer um que publica um livro pode ser considerado e se autoconsiderar escritor? Isso é um processo automático?
LE- Absolutamente.  Há quilômetros de diferença entre escrever e ser escritor. Qualquer pessoa escreve, escritores são raros. Ser escritor implica em visão diferenciada, magia com  palavras, ter o toque preciso para transportar, inspirar e fazer sonhar os desconhecidos que o lêem.  Hoje o pessoal  acha que porque publicou um livro é escritor, mas na minha modesta opinião, não é assim que a banda toca, não. Tem muita gente por aí que ainda precisa comer muito angu para se auto intitular escritor.
GG- Um escritor pode ser criticado por colegas e amigos em relação a sua obra?
LE- Uai, pode, né? Ninguém é obrigado a gostar do livro alheio.
GG- Ou deve, obrigatoriamente, receber sempre elogios?
LE- Deve ser elogiado por terminar a obra, que sabemos bem não ser algo fácil, mas não necessariamente pela qualidade da mesma. Gosto, cada um tem o seu! E quem não agüenta críticas tem que mudar de profissão porque ninguém agrada todo mundo, isso não existe. Como fala o pessoal, se não aguenta o tranco, pede pra sair, porque as críticas vêem mesmo!
GG- Nós, como amigos desses escritores, quando lemos uma obra que não gostamos, devemos dizer a verdade ou mentir?
LE- Cara, isso é um pepino. Eu, que sou uma banana, fico em apuros quando alguém me pergunta se gostei ou não. Quando gosto, digo a verdade. Quando não gosto, fico procurando elementos do texto que achei legais e são estes que ressalto. Mas isso sou eu, que sou uma panaca. Talvez um dia fique corajosa e diga: “Olha, desculpe mas não gostei”. Por enquanto, dou voltas. Por outro lado, é importante diferenciar o texto do escritor. Muitas vezes a pessoa escreve super bem e o livro não me agrada, aí eu falo bem, porque estou vendo qualidades literárias no autor. O FODA é quando a pessoa escreve mal, isso eu não tenho coragem de dizer.
GG- Quantos leitores são necessários um escritor ter, para se considerar famoso?
LE- Não sei, Geyme, mas quando ficar famosa eu te falo, pode ser assim? (risos). Fama nem sempre vem pelo numero de leitores, há tantos caminhos neste mundo....
GG- Você, que faz muitas parcerias com os blogs literários, costuma pressioná-los para receber logo a resenha? Você costuma ficar muito doidona (mais do que já é) se alguém a critica?
LE- Eu não pressiono ninguém, às vezes até esqueço que mandei o livro (risos) e daí a pessoa envia um e-mail pedindo desculpas pela demora e eu fico com cara de parede, sem saber quem é aquela pessoa. Não ligo pra criticas no sentido ruim da palavra, mas leio o que a pessoa escreveu e me pergunto se ela tem razão, se de repente  as criticas são pertinentes e eu posso melhorar meus textos a partir delas. Como eu disse, opinião cada um tem a sua e eu respeito. Não é porque enviei um livro pra resenhar que a pessoa que o recebeu está obrigada a tecer elogios. E se não gostar, vai mentir? Não quero isso. Gosto de honestidade de opiniões, tô de saco cheio de gente politicamente correta, prefiro a verdade.
GG- O que você acha da parceria com os blogs que desaparecem de nossas vidas, depois que recebem nosso livro?
LE- Uma tremenda falta de educação.  É tratar o escritor feito lixo, e olha, tá cheio disso por aí, viu?
GG- Você autografaria uma cueca, se um fã lhe pedisse? Ou sairia pela tangente?
LE- Talvez... Dependendo da situação e de como fosse feito o pedido., autografaria na boa. Bom, depende também do dono da cueca... E você, autografaria uma cueca? (GG: Com certeza! Mas se ele a tirar do couro, vou ser obrigada a perguntar quantos dias tem de uso, dependendo da resposta, ou do cheiro, saio pela tangente.)
Geyme Lechner Gouvea

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Hoje, ademais da Laura que me proporcionou tão indescritível e loucona leitura, quero aproveitar que estou meiga, para agradecer também ao meu amigão do coração, Alex Lopes, um cara que eu amo pra caraleo muito, que está sempre disposto a compactuar com minhas loucuras, nunca me faz cara feia (bem pelo contrário), e que tem humor, criatividade e talento, pra dar e vender! Caramba, mundo artístico é foda difícil e prazeroso demais!!
Beijos pra todos!!

Por trás dos bastidores da fama:


E quem disse que a Petrobrás  Não pagou essa Champanha???

E ahhh, quem quiser visitar a Laura e conhecer mais do seu trabalho, visitem o blog, dando um click aqui

A entrevista que todo blogueiro sempre quis fazer com um escritor, mas não soube como perguntar... Parte II


Hello people pipou!!!!
Hoje eu gostaria de apresentar (para aqueles que ainda não conhecem): Pétala por pétala, de Sérgio Gonçalves dos Santos, o Beija-flor-poeta, o escritor brasileiro, nascido no Maranhão, que atualmente mora em Munique, Alemanha.

Logo após a resenha, confiram mais uma entrevista bacanérrima e maníaca no quadro: Cara a Cara com Geyme Gouvêa!




Livro: Pétala por pétala
ISBN: 85-785-5027-1
Autor: Sérgio Goncalves dos Santos
Editora: Giz editorial
Páginas: 88
Pétala por pétala nos revela uma obra apaixonada, com perfume de flores e construções análogas, poemas floridos com rosas e pétalas de/com/ sobre amor e paixão, calor e brasa, desbravamento de um novo mundo e o receio de estar só (qual poeta não teme a solidão)?
Ao contrário de conhecidas obras poéticas, que dificultam o entendimento do pensar sobre o verso do artista, Sérgio revela aqui, em: Pétala por pétala, poemas multifacetados, modernos, contemporâneos, sem códigos, e alcança a difícil façanha de desmistificar e (e se posso dizer: Simplificar) o processo poético, revelando uma nova estrutura de criação sublime, sem confundir a interpretação de seus versos por quem os lê. Uma amostra aos leitores:
O amor não passa
Matarei minha saudade
Acabarei toda a dor
Vai passando a mocidade
Só não passa o amor
O coração é quem exalta
E supera a grande dor
Que sinto bem no fundo da alma
Batendo com fervor
Eu sinto bem dentro da alma
Soando com muito fervor
No coração que a ti exalta
E supera a grande dor
A alegria não nos maltrata
Somente liberta o amor.
Entre o lirismo sempre romântico, o trovador em questão é menino e poeta, sabiá e beija-flor, crente e ateu, onipresente na essência mais bela entre poema e poema, entre um lugar e outro; nas cidades, rios, seios e lábios, rompendo fronteira não só de países, mas também de palavras!


Entortando ainda mais o poema de Sérgio:
Pensamentos tortos
Não brinque com a vida
Fresca no telhado
Pense na noite escura
Sobre trilhos paralelos
Como que foge
De ser um perturbado
Exposto ao sol
E aos tubarões,
Cuspido pelo vento,
Sem tocar sequer
Com aquilo que sou.
PS: Eu tomei a liberdade de “engolir” fragmentos desse poema... Quem quiser saber o que ficou oculto, desbravem: Pétala por pétala.


Para aqueles que curtem poemas em alto estilo: Recomendo muitíssimo!

Sérgio, o Beija-flor-poeta, nasceu no Maranhão. Além de ator e músico, ele desenha, pinta e participa em exposições de artes plásticas.
Atualmente, mora com a família em Munique, na Alemanha. 
Quem quiser saber mais sobre o autor e sua obra, cliquem AQUI.
ou, acessem o site: Arte e Poesia.
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A ENTREVISTA:
Geyme Gouvêa
Sérgio, beija-flor-poeta

         X

               


A entrevista:
Geyme Gouvêa viajou até Munique, na Alemanha, (muito antes da Oktoberfest, shit!!) para beber cerveja saber algumas particularidades sobre o mundo poético e entrevistar Sérgio, o beija-flor-poeta-brasileiro. Confiram a barbárie:

GG- Você acha que os poetas escrevem “difícil” para que os leitores jamais os entendam?
BF- Não, pois o poeta sempre escreve o que vem na mente, muitas das vezes, ou sempre, o poeta escreve o que está grafado na alma.
GG- Um poema sozinho é capaz de gerar milhares de interpretações, assim como: interpretação alguma?  
BF- A liberdade de criar é a mesma de interpretar, é ridículo querer limitar a mente das pessoas, aprende-se com o pensar adverso.
GG- Todo poeta sabe exatamente o que quer dizer ou alguns viajam na maionese?
BF-  Se a maionese for uma rosa, então prefiro a rosa, se for uma princesa, então amo a princesa,... a poesia é um estado espiritual que vem do interior de cada um, antes eu a procurava no meu exterior, até que um dia entendi que eu sou a poesia, pois ela flui de mim e não o contrário. O verdadeiro poeta brota a poesia do nada, ... e em tudo ele enxerga a poesia. Eu me considero uma máquina poética, pena que a vida tem seus limites, ela não é curta, nós é que vivemos tão pouco a intensidade que somos.GG - É necessário rimar na poesia?
BF- Não, não é, ... eu amo a poesia rimada, mesmo assim me entrego aos beijos da poesia livre, ...
GG- Você poderia dizer aos leigos leitores, qual diferença entre poema e poesia, pelo amor de G-Zuis???
BF- O poema devassa, a poesia avassala a alma.
GG- Todo artista é excêntrico e meio pirado? Você acredita que existe um parafuso a menos na cabeça de quem escreve?
BF- Excêntrico e pirado? Beija-me ó musa e me queimo nas suas retinas. Não, não há parafuso a menos e sim, um velejar entre duas ou mais dimensões.
GG- No seu site, há uma foto onde você está peladão, segurando um saxofone... Você malhou muito pra conseguir nádegas tão duras?
BF- Não, eu apenas pratico esporte, ...
GG- Quem fez as fotos do seu nu artístico o assediou?
BF- Fui assediado pela objetiva da minha própria câmera, acredite ou não, eu mesmo tirei essas e outras fotos mais picantes, estava sozinho, não sei se pousaria pra uma outra pessoa me fotografar, ... pelo menos não homem, ... eu amo fotografar, adoro fotografar flores e a natureza,...
GG- Quando você escreve sobre paixão, amor, seios e lábios, como em: “Perdido nos abraços de uma deusa espanhola”, tem algo ou alguém especifico que o inspira?
BF- A inspiração vem de dentro e sempre que escrevo tenho a impresão de estar em transe poético, ... a poesia sai de dentro de mim, ... o que mais me inspira ne uma mulher são seus olhos, o nariz, os lábios, ... quanto aos seios, essa palavra eu a uso pra substituir a palavra coração, que é muito comum entre os poetas que não procuram um novo estilo de escrever, além do mais, o seio é o cérebro da vida, é através dele que o ser humano é alimentado nos primeiros meses de vida,... eu tenho muito respeito e admiração pela pessoa da mulher. Todo mundo fala de Afrodite, de Adones e muitos outros mitos gregos,... O Brasil está minado de deusas, a Espanha é um Deus nos acuda de deusas,... o mundo é cheio de rosas e pétalas magníficas,... Eu penso agora no sorriso e na vivacidade contidos nos olhos da vida.
GG- Sua mulher costuma ficar com ciúmes?
BF- Acho que sim, pois quem não ficaria,... por outro lado, eu havia parado de escrever porque uma ex namorada morria de ciúmes, foram quase vinte anos sem escrever uma gota de poesia. Sabe, eu me preocupava muito com o que as pessoas falavam, voltei a escrever e percebí que é o que eu tanto sei fazer e o que mais amo, e me decidí não dar mais valor ao que andam falando de ruím, apenas decidí ser eu mesmo e escrever e escrever, sinto-me viciado na poesia,... é difícil não pensar sem escrever com mente na página do tempo e grafar nas entrelinhas do coração,...
GG- Viver em outro país o distancia dos seus leitores brasileiros?
BF- A internet facilita muito, eu sou muito comunicativo,... morar longe não significa nada, eu sempre estou borbulhando pela internet e me informando, às vezes quando converso com alguém pelo facebook percebo que a novidade chegou primeiro nos meus ouvidos. Eu amo os meus leitores, são pessoas geniais e formidáveis, amigas...
GG- Existe outra comida na Alemanha que não seja batata e salsicha?
BF- Sim, come-se muita carne, como no Brasil, muita salada e frutas, ... a mesa é variada,... com um único detalhe, normalmente se serve um prato só, quer dizer, não tem muitas variedades, porém, cada dia é uma receita diferente, deve-se esse costume ao período pós guerra, pois o que se tinha era pouco e o melhor mesmo era improvisar... eu gosto de cozinhar, tanto quanto escrever.
GG- O que você acha sobre a cultura de países que arrotam na mesa após as refeições? Isso é mesmo educado? (Eu, particularmente, acho chiquérrimo!)
BF- Arrotar faz bem pro estômago, entretanto, não é bom pra uma boa amizade, alguém que arrota ante uma outra pessoa, é desprezo. Má educação.

E para encerrar:
GG- Você acha que quando o Caetano fala que tudo é lindo, tudo é lindo mesmo, ou ele só quer encher o saco?
BF- O Caetano descobriu o poeta existente dentro de si e assim a ver o mundo com outros olhos,... Tudo é lindo quando você se aceita como é, quando você acredita em si e luta pra conquistar algo, sempre, sem se acomodar ou mesmo se satisfazer com pouca coisa ou com o objetivo alcançado. O poeta é imperfeito em tudo o que faz, é por isso que ele é poeta. O Caetano é um poeta, assim como muitas pessoas que eu conheço,...

Ping-pong:
Um poeta confuso: C. Lichtenberg, muito maluco e bem realista. Um fenômeno,...

Um feio: Eu mesmo (Num acredito!!)
Um preconceito (seu): "Sem pre e sem conceito." (Boa!)

Um livro que não voltaria a ler: Neruda traduzido pro alemão, é horrível, a tradução não bate. Prefiro original, em Espanhol. (Quem pode, pode!)


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Bem, isso foi tudo por hoje!!

Recaptulando:
Quem quiser ver as fotos do poeta peladão saber mais sobre Sérgio, cliquem AQUI.
Gostaria de agradecer aos meus patrocinadores que tornaram possível este trabalho, a viagem até Munique e os cinco litros de Chopp!!

Beijos a todos e até a próxima, fuiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Ass: Geyme Lechner Gouvêa. (A luta contra as entrevistas babacas certinhas continua, companheiros!!!

E você, já pegou no livro hoje?

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Oi gentem! Tudo certinho com vocês? Eu não poderia estar melhor! Rezemos! J ;)  A promoção dos meus eBooks na A...

Qualquer semelhança desse blog com a realidade, é pura cagada.

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